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NEVE E MUITO VERDE EM PUCÓN

Pucon: neve e muito verde num só destino

Região chilena a 870 km de Santiago reúne opções tanto para quem gosta de neve como para os amantes do verde. A cidade tem ainda cassino e banhos termais.

Férias de meio do ano, tempo de esquiar no Hemisfério Sul. Mas e se você não gosta de ficar na neve o tempo todo? Existe um lugar onde se pode combinar horas de gelo com muito verde. Pucon, a 870 quilômetros de Santiago (capital chilena), oferece atividades na natureza e também dispõe de um centro de esqui na montanha, além de cassino e termas para banho. “Pucon não é para quem é doente por esqui. É uma média entre quem gosta de neve e aquele que está de férias”, afirma Germán Libcovker, diretor-geral do Gran Hotel Pucon Resort & Club. Para ele, como o centro de esqui fica a 20 minutos da cidade (18 km), turistas que não querem perder esse tempo de traslado evitam Pucon.

Entretanto, ressalta, ali encontra-se infra-estrutura completa para deslizar na neve. No total, são 20 pistas de diferentes graus de dificuldade. Sobre um vulcão, o local também é bem procurado para snowboard. Mais uma vantagem: Pucon é um lugar novo para os que já conhecem as famosas estações da América do Sul. “Se já sabe esquiar, a pessoa vai procurando outros destinos”, diz Libcovker.

Essa região chilena é mais conhecida entre os argentinos. Eles respondiam por 60% da ocupação do Gran Hotel durante o inverno. Com a crise no país, o empreendimento perdeu 50% dos visitantes. De acordo com Libcovker, o hotel já recuperou uma fatia desse mercado.

De olho no mercado brasileiro, já responsável por 30% de seus hóspedes, o Gran Hotel se juntou a outros dois empreendimentos hoteleiros da cidade – Villarrica Park Lake Hotel e Hotel Del Lago Resort & Casino – para divulgar a região no Brasil. O centro de esqui local, Ski Pucon Volcán Villarrica, também participa da parceria. “Há muita confusão no Hemisfério Norte. O brasileiro não vai viajar para os Estados Unidos, por exemplo”, aposta o diretor-geral do Gran Hotel.

Pucon está localizada a 200 metros de altitude. Sua paisagem é cenário de atividades como cavalgadas, rafting e caminhadas. Banhos termais são outra atração da cidade chilena. Para os esquiadores, o centro, com cafeteria, aluguel de equipamentos e miniclube para a garotada, situa-se a 1.200 metros, sobre o vulcão Villarrica.

Fonte: O Estado de S. Paulo

PUCÓN NA FOLHA DE SÃO PAULO

O jornalista Bruno Garattoni, em matéria para a Folha de São Paulo, fala o seguinte sobre Pucon…

Pucon se rende à prática do snowboard

A propaganda turística da cidade de Pucon, que fica 870 km ao sul de Santiago, no Chile, é típica: “Pucon todo o ano”, aludindo à variedade de atrações no verão e no inverno. O que mais interessa, para quem viaja durante este mês, é a neve e o esqui, mas convém não perder de vista outras opções.

A estação de esqui de Pucon, que não estava em operação quando foi visitada pela reportagem, tem instalações imperfeitas –fica devendo um teleférico fechado e seu principal restaurante, em reforma, é pequeno–, mas compensa na boa vista.,br> As pistas –num total de nove, agrupadas nas categorias muito fácil, fácil, difícil e para experts– ficam na encosta do vulcão Villarrica, cujo pico tem 2.840 m. Dentre os trajetos mais ousados, estão o Juncallillo, que começa no centro da estação, a 1.400 m de altitude, e consiste numa descida de 200 m, e o Colico, cujo desnível vertical é de 440 m.

Segundo seus mantenedores, a estação de esqui de Pucon é geograficamente ideal para a prática do snowboard, já tendo inclusive sediado, nos dois últimos anos, etapas do campeonato mundial desse esporte. Como a estação fica longe, a meia hora de carro dos hotéis, não é indicada para famílias ou aficionados por esqui –os deslocamentos obrigatórios cansam e tomam tempo.

Associado à vocação para o snowboard, esse motivo torna a estação interessante para quem viaja só ou com amigos e quer esquiar sem fanatismo –pode-se agendar, com hora marcada, uma aula particular de snowboard para até quatro pessoas, ou participar de lições coletivas.

Pucon tem 15 mil habitantes, mas sua infra-estrutura turística, que começou a ser constituída há apenas cinco anos, é interessante. A viagem é um pouco longa –de São Paulo, são três horas de avião até Santiago, mais uma hora de vôo, na conexão, até a cidade de Temuco, e outra hora de carro (US$ 656, www.lanchile.com; sem o traslado de carro).

A cidade pode estar, de fato, um pouco fora de mão, mas sua história é curiosa, a começar pelo vulcão Villarrica, inativo desde 1983. Para entender, alugue um carro (US$ 27 o dia nas locadoras do centro) e vá às Termas Huife –www.termashuife.cl, 30 km a nordeste de Pucon. Passe pela avenida principal, uma linha reta que chega a San Martin de Los Andes, na Argentina.

São duas piscinas aquecidas, uma a 37C e outra a 40C. Depois de entrar (6,50 pesos, ou R$ 27), vá à primeira piscina e observe a vista, um riachinho pedregoso, com corredeiras e, adiante, uma ponte pênsil. Os mais corajosos podem descer uma escadinha e entrar na água fria do riacho que passa ao lado.

Viajando acompanhado, não deixe de ficar, por uma noite ao menos, num chalé das termas. A diária do melhor apartamento é 82.000 pesos, aproximadamente R$ 330. É preciso fazer reservas com 15 dias de antecedência.

Não querendo sair da cidade, fique no hotel del Lago. Uma diária no hotel, que tem entretenimento noturno, custa US$ 80 – por uma suíte com vista para o vulcão Villarrica.

Fonte: Folha Online

MATERIA NA REVISTA VIAGEM E TURISMO

Em seu site, a revista Viagens e Turismo mostra alguns pontos da cidade de Pucon juntamente com matéria sobre os Lagos Andinos…

Argentina e Chile dividem a linda região dos Lagos Andinos. Só no Chile existem sete importantes parques nacionais, destacando-se o Parque Nacional Villarrica, a 12 quilômetros da cidade de Pucon, onde está o vulcão Villarrica. Na Argentina, o Parque Nahuel Huapi enche os olhos, margeando a badalada Bariloche, entre outras cidades menores. A região também é muito procurada pelos amantes dos esportes da natureza, como esqui, rafting, canoagem e alpinismo, além de trekking.

O ESSENCIAL…

Como chegar… Pucon tem acesso rodoviário de Santiago, com 12 horas de viagem. Para Bariloche, há vôos diretos, em torno de duas horas; de ônibus, são 23 horas.

Quando ir… Entre dezembro e março, no verão, o clima é melhor e os passeios de barco pelos lagos são mais freqüentes. O inverno, bastante frio, é para quem quer ver muita neve.

Onde é melhor Ficar… Na cidade chilena de Pucon, Hospedaje La Tetera: rua Urrutía, 580, tel. 441-462. Diárias de US$ 13 a US$ 33. Em Bariloche, entre as muitas alternativas está a Hostería Casita Suíza, rua Quaglia, 342, tel. 426-111, de US$ 20 a US$ 40.

Onde é melhor Comer… Em Pucon, a Av. O’Higgins e suas transversais concentram muitos restaurantes. Em Bariloche, a variedade de restaurantes, lanchonetes e confeitarias é enorme. Os pratos típicos são à base de cervo, cordeiro e javali, custando em média US$ 12, além do indefectível chocolate.

Fonte: viagemeturismo.abril.com.br

MATERIA NA REVISTA VIAGEM E TURISMO

Na edição n° 104 da revista Viagem e Turismo, o jornalista Paulo Vieira faz mais uma reportagem sobre os Lagos Andinos. E comenta sobre Pucon… Pucon com ou sem neve Badaladíssima estação de esqui chilena, Pucon tem uma boa notícia para dar a quem nunca deslizou, nem pretende deslizar, sobre a neve: a cidade não depende do esqui. Com o Lago Villarica a seus pés e o Vulcão Villarica lançando sua tradicional fumarola ao ar dia após dia, tem notável quantidade de hotéis e restaurantes de qualidade e muitos passeios. Para quem se cansar do Lago Villarica (que brinda Pucon com duas praias e uma península belíssima, mas que, infelizmente, tem seu acesso restrito), há outros dois lagos nas imediações, como o bonito Caburga e o Colico; termas a mais bacana é a Los Pozones, que você pode ir à noite e é recebido à luz de velas em duas piscinas cobertas, outras descobertas e um poço para banho de lama. Rafting, feito ali perto, no Rio Trancura, e cavalgadas. O cassino, dentro do Hotel del Lago, é opção para dias de chuva para muita gente, também para todos os dias. À noite, você pode fazer como o Leonardo Di Caprio a cidade inteira não cansa de dizer que ele esteve ali uma vez, de férias, espontaneamente e visitar o Puerto Pucon, na calle Fresia, 246, com bons pratos espanhóis e grandes vinhos chilenos. Para os passeios, consulte a Turismo Trancura, www.trancura.com.

PUCÓN E OLIMPIADAS DE PEQUIM??? TUDO A VER!!!

A revista Placar de 17 de janeiro de 2008, mostra que o atleta brasileiro Reinaldo Colucci, um dos atletas mais cotados a representar o Brasil em Pequim-2008 no triatlo, começou sua busca pelo ouro olímpico em Pucon no Meio Ironman de Pucon. Veja a matéria:

Pucon (Chile) – Um dos atletas mais cotados a representar o Brasil em Pequim-2008 no triatlo, Reinaldo Colucci, responsável por garantir o país nos Jogos Olímpicos na modalidade, dará início à temporada 2008 no Chile, onde disputará o Meio Ironman, em Pucon, neste domingo.

Companheiro de Colucci, o argentino Oscar Galindez deverá ser o seu maior rival, pois já é um veterano campeão nesta competição – venceu quatro vezes (2003, 2004, 2006 e 2007). “Assim como nos anos anteriores, estou começando a temporada. Por esse motivo, estou com pouco treino, mas de qualquer maneira sempre me sinto muito bem na prova”, disse o tetracampeão.

O brasileiro está bastante animado para o evento. “Esta é uma competição reconhecida no mundo inteiro. Em qualquer lugar que a gente vá, todos falam de Pucon. Ter uma vitória dessas no currículo vale muito”. Mas o principal objetivo dele é confirmar seu nome na equipe que irá às Olimpíadas. Por meio da colocação do atleta no ranking mundial, o Brasil conquistou um lugar em Pequim na modalidade.

Fonte: placar.abril.com.br

GLOBOESPORTE.COM

Pucon, Chile

Reinaldo Colucci venceu o Ironman de Pucon disputando na cidade chilena, aos pés da Cordilheira dos Andes, com o tempo de 4h00m25s. O corredor brasileiro rompeu com a hegemonia do argentino Óscar Galíndez, que era o atual tetracampeão, e ficou na segunda posição com 4h03m25s.

– Na metade da corrida me dei conta de que a vantagem que havia conseguido era importante para acreditar que poderia terminar em primeiro – diz o vencedor ao site oficial da prova.

O brasileiro Santiago Ascencio, vice-campeão em 2007, ficou na terceira colocação com o tempo de 04h07m43s. O americano Chris Mc Cormack, atual campeão de triatlon, não conseguiu terminar a prova por problemas em um pneu de sua bicicleta.

Fonte: GloboEsporte.com

MUSEU DE PUCÓN EM MATÉRIA NA FOLHA ONLINE

Em matéria de um enviado especial da Folha de São Paulo para o Chile, o Museu de Pucon é citado como um dos principais da cultuma Mapuche…

Museu da aldeia Trawupeyüm exibe cultura dos índios mapuches

Em todos os atos, existe um perfeito equilíbrio entre as forças positivas e negativas, prega uma das crenças mitológicas dos índios mapuches, os únicos nativos do Chile. Os espíritos positivos representam as forças da vida, a criação e o amor; enquanto os negativos, a morte e a destruição.

Mas resta pouco da cultura dessa tribo para mostrar ao turista, apesar do esforço do Museu Centro Cultural Aldeia Intercultural Trawupeyüm, a 36 km de Pucon, em Curarrehue.

É um edifício desenhado sobre a base dos princípios estéticos e arquitetônicos da cultura mapuche. Os visitantes pagam de 200 pesos (crianças) a 400 pesos (adultos) para conhecer o local.

Dentro dele, painéis, ferramentas, teares e um vídeo tentam traduzir ao visitante um pouco de sua história. Trawupeyüm, “onde nos reunimos”, na linguagem mapuche, também oferece espaço para encontros, seminários, shows de dança e teatro. É, acima de tudo, um espaço para preservar essa cultura.

Hoje, a população mapuche –“mapu”, terra, “che”, homem, em mapudungun, sua língua-, que sobreviveu aos efeitos da ocupação de seu território pelos espanhóis, está separada pela fronteira entre o Chile e a Argentina.

Duas curiosidades: o vocábulo “tche”, usado no Sul do Brasil, na Argentina e na Patagônia, é derivado dessa mesma língua dos mapuches; a araucária é uma das árvores sagradas desses índios, da qual comem seu pinhão.

Os mapuches foram uma sociedade relativamente hierarquizada, baseada nas estruturas familiares, na qual as mulheres desempenham importantes papéis místicos. São elas que têm “permissão” de “contatar” os deuses.

Na recepção do museu, a índia Veronica Quintonahuel, 26, conta que não sabe quase nada de sua língua nativa. “Por muito tempo, fomos marginalizados e perseguidos. Estamos rebuscando nosso passado para preservá-lo antes que seja tarde”, diz, orgulhosa.

Ao lado do filho Maurício, 4, “mestiço mapuche com chileno”, a índia está antenada com o presente. Diz que adoraria receber uma foto dela e da criança por e-mail. “Os turistas prometem quando estão aqui, mas nunca mandam”, conta Veronica, enquanto o filho alegremente posa para mais um clique.

No sul chileno, os mapuches são cerca de 1 milhão, e a maioria ainda mantém um modo de vida agrário. Cultivam milho, feijão, batatas e abóbora, caçam e pescam. Também produzem artesanato, como produtos de decoração com fibra vegetal, louças de barro e roupas de lã. Ao lado do museu, um pequeno mercado mapuche vende esses suvenires. Afinal de contas, quem vive sem dinheiro?

Fonte: www.folha.uol.com.br

ESPORTES EM PUCÓN NA FOLHA ONLINE

Matéria sobre os esportes em Pucon, no site Folha Online…

Esportes radicais aquecem a fria Pucon

Imagine praticar snowboard no lombo de um vulcão ainda em atividade. Na belíssima região de Pucon, espécie de capital chilena dos esportes de aventura, isso é possível. O vulcão Villarrica e seu entorno são o paraíso perfeito para os fãs de adrenalina em todas as estações do ano.

Em meio a vulcões, florestas, neve, lagos e organizados parques, o que não falta no Chile são belezas naturais para animar até mesmo os sedentários.

Quem quiser aproveitar as inúmeras opções para mover as pernas, principalmente com as temperaturas negativas registradas pelo termômetro, deve dar uma “aquecidinha” antes de sair do Brasil para chegar lá no pique.

Mesmo na temporada de inverno, a programação não se restringe ao esqui e ao snowboard. Rafting, canyoning, escalada, mountain bike, cavalgada, “fly fishing” e trekking são alguns dos esportes que podem seduzir de crianças ao público da terceira idade. Uma dica: mesmo quem nunca praticou nada disso deve aproveitar a oportunidade e se aventurar.

As agências dispõem de informações, fotos e equipamentos para os percursos oferecidos. Há sempre um profissional apto a orientar os novatos.

Em Pucon, perambule pela badalada avenida O’Higgins, a maior da cidade. Ela concentra a maioria das agências especializadas em expedições de aventura e ecologia. Se estiver em outra cidade, não se preocupe. Há quiosques de turismo em toda a região que oferecem folhetos, mapas e guias sobre as opções de esporte. O material de divulgação é distribuído gratuitamente.

Esteja preparado para os contratempos, porque tudo depende das condições climáticas. Os guias sempre avisam que, se for impossível fazer uma escalada ao vulcão Villarrica na manhã seguinte, por exemplo, o trekking no parque Huerquehue está de pé mesmo debaixo de chuva.

Deixe a preguiça de lado e se aventure. Uma caminhada de três horas com guia pelo belíssimo parque Huerquehue, passando por três lagos, na região de Pucon, custa 12 mil pesos chilenos por pessoa (US$ 1 equivale a cerca de 650 pesos chilenos).

O rafting de uma hora no rio Trancura, geralmente organizado pela tarde, sai por volta de 15 mil pesos. Quer mais adrenalina?

Faça um arvorismo no bosque Aventura, um percurso de 1.200 m, “pulando” por dez bases instaladas, sendo que a mais alta chega a 25 m de altura, tendo ao fundo, o deslumbrante vulcão Villarrica e, embaixo, um braço do rio Trancura. Dura uma hora e meia. Preço da aventura: 13 mil pesos.

Para os mais audaciosos, uma expedição pelo vulcão Villarrica custa caro, cerca de 25 mil pesos, mas é daqueles passeios inesquecíveis. Em média, os grupos saem por volta das 7h15. São oito horas de programa. Se nenhuma nuvem atrapalhar, quando chega lá em cima, o turista vê sete lagos da região e até nove vulcões. Contemplação para ficar congelada na memória.

Fonte: www.folha.uol.com.br

VIDA NOTURNA DE PUCÓN NA FOLHA ONLINE

A vida noturna de Pucon é relatada na seguinte matéria no site Folha Online

Vida noturna é pouca, mas diversificada

Pucon tem uma vida noturna apenas incipiente, sobretudo no inverno. Não há muitos bares nem discotecas, e os que existem têm aspecto suspeito. Mas, sabendo onde ir, há programas legais para, pelo menos, duas noites na cidade. Na primeira, vá ao hotel del Lago Resort & Casino (www.hoteldellago.cl) para jantar –o que o restaurante fica a dever em culinária típica, compensa na ambientação elegante. Fuja, a todo custo, da programação de shows bregas, mas conheça o cassino.

Jogatina

No piso térreo ficam os caça-níqueis, dos quais um é simpático –jogue uma partida no Royal Ascot (250 pesos, ou R$ 1), que opõe cinco jogadores numa corrida de cavalos. Tome um trago de coragem e suba ao segundo andar, onde ficam as mesas propriamente ditas. Não é Las Vegas, mas tem seus atrativos. Para quem nunca esteve num cassino, a pedida é aprender, com fichas de chocolate, a jogar 21 –um jogo simples, bom para começar.

Com 6.000 pesos (R$ 25), vá até a mesa de pôquer; você vai perder, claro, mas a despesa é relevante para conhecer o estilo chileno de blefar.

Durma bem, pois em Pucon amanhece tarde –o sol só aparece por volta das 8h. Faça os melhores passeios diurnos, e aproveite o cair da noite para conhecer o comércio local –tudo fica aberto até as 21h. Não é o paraíso dos consumistas (a maioria das lojas é de turismo ou de aluguel de carros), mas quem procura acha: a loja de suvenires que fica na avenida principal de Pucon vende lembranças graciosas. Para as meninas, um poncho artesanal, bonito, custa o equivalente a R$ 30. Salvador Allende figura em pôsteres (1.000 pesos, ou R$ 4) que servem de presentes aos amigos.

Para todos

A segunda noite interessa a quem viaja sozinho, casado, ou com família e amigos. A balada é no Gran Hotel Pucon (www.granhotelpucon.cl), que foi construído nos anos 30. Românticos devem conferir –fica nos fundos do hotel– a praia vulcânica: a areia escura, de noite, é bela.

Se estiver com os amigos e de bom humor, não perca, em especial, um dos shows do Gran Hotel Pucon. Confira a programação no site e escolha a noite com o show Disney. “Mogli” dublado em espanhol, com coreografias, é hilariante; um thrash metal chileno. Depois da apresentação, vá ao bar do hotel. Para os brasileiros, a cena parece um pouco estranha, mas, no Chile, bebe-se e fuma-se na frente das crianças. Então o bar, na noite Disney, fica parecendo o programa do Serginho Groisman. Respire fundo e acompanhe a gincana do “casal perfeito”. As provas, a que se sujeitam três pares, são totalmente anos 80 –dançar com um limão na testa, como se estivéssemos todos no programa “Viva a Noite”–, mas uma delas vale: levantamento de mulheres. O repórter participou e recomenda: guarde energias para dançar mais tarde, pois a seleção musical é ótima. São sequências de uma espécie de axé chileno, com letras escabrosas e divertidas.

Fonte: www.folha.uol.com.br

VULCÃO VILLARRICA NA FOLHA ONLINE

Matéria sobre o vulcão Villarica, em Pucon, no site da Folha Online…

Vulcão é cenário para esportes

La Peninsula é o bairro mais chique de Pucon. Não à toa: o condomínio fechado, que fica numa encosta, é o mais protegido, segundo contam os moradores locais, contra eventuais erupções do vulcão Villarrica.

Vá de carro, pague a entrada na portaria e entre para jogar golfe (mas leve o equipamento) ou tênis. Para quem tem alguma prática, é um prazer especial jogar com as montanhas no horizonte.

Como não há aulas de golfe, quem não está acostumado a jogar tem como alternativa descer ao píer de La Peninsula. Os passeios de barco são mais comuns no verão. Assim, o turista de inverno pode encontrar alguma dificuldade para conseguir um iate durante o mês de julho.

Outro programa aquático em Pucon é o rafting, mas no inverno ele também pode ser cancelado devido ao frio. É proibido nadar no píer, mas não porque a água seja perigosa: no verão, o tráfego de barcos é intenso.

No Chile, por sinal, não faz tanto frio –enquanto a reportagem esteve lá, a temperatura negativa ficou restrita à estação de esqui, a 1C negativo e com chuva. Nada comparável ao frio seco do hemisfério Norte, mas é bom ir preparado, ou então comprar um casaco no centro de Pucon.

Na volta de La Peninsula, não perca, por nada, as barracas de flores. À distância, parecem flores comuns –até você perceber que são todas de madeira pintada. Feitas por índias da tribo mapucho, de perto elas ficam meio tacanhas, mas, como cada uma custa só 700 pesos (R$ 3), é uma boa lembrança de viagem. A mais bonita e realista é uma espécie de cravo lilás. Quem aprecia artesanato também encontra diversas esculturas, mormente de bichos –por 5.000 pesos (R$ 20) compra-se um cavalinho. Para os casados, o suvenir mais bacana é um casalzinho de índios (9.000 pesos, o equivalente a R$ 36).

Como você terá de passar por Santiago na volta de avião, aproveite para conhecer a catedral, cuja missa diária tem músicas lindas. Fique atento, a propósito, na hora de fazer a conexão de volta: como o aeroporto de Santiago não tem sistema de som, é facílimo perder o vôo. Mas, afinal, o “pior” que pode acontecer é você ficar no Chile por mais algumas horas.

Fonte: www.folha.uol.com.br

CAVALGADAS EM PUCÓN

Matéria sobre passeio em Pucon, publicada na Folha Online…

Cavalgada termina com broa picante

A 20 minutos de carro de Pucon, o hotel Villarrica Park Lake (www.villarricaparklakehotel.cl; Camino Villarrica Pucon, km 13) merece uma visita por sua paisagem. Se for ficar hospedado ali, saiba escolher: prefira um apartamento no quarto andar (a diária no quarto superior é US$ 155, ou R$ 370), e tenha uma vista mais destacada ainda. Por fora, a fachada é de pedra. As acomodações são construídas em madeira chilena, e a mobília é da Áustria.

No inverno, o passeio mais sedutor pela região, o tour de catamarã no lago Villarica, mesmo nome do vulcão, não está disponível. O bar do hotel, chamado Vértigo, prima pelos vinhos locais, mas o mais interessante é provar a bebida típica: um Pisco Sour Campanario. À noite, ali, pouco se vê – só se ouve o som do lago, mas o amanhecer no hotel transcende o Chile: a melhor pedida é tomar um café da manhã na mesa com vista para o lago.

Os pratos são um pouco pesados, cortesia de um dos sócios, alemão. Mas prove o salmão, que, segundo o maître, é pescado no lago. Lenda turística, mas vale a pena. Todo o hotel gira em torno do lago – a academia e a sauna também têm vista. (Fuja, apenas, do spa, feio e desaconselhável.) A piscina com cachoeiras é uma atração à parte.

Aproveite a estada na cidade para conhecer o Fundo Huifquenco (www.fundohuifquenco.cl; Camino Villarrica a Huifquenco, km 0,5), um rancho de criação de gado. A cavalgada é longa e custa caro –15.000 pesos, ou R$ 68–, mas compensa. Peça um cavalo manso (o ideal é ir com mais três pessoas, pois a trilha é estreita) e conheça a floresta de eucaliptos, com cavalos soltos e javalis. Também vale tentar participar do “rodeio crioulo”: dois cavaleiros perseguem um boi numa arena de madeira.

Para relaxar, na casa da família, peça o melhor prato: pães de milho com vários tipos de pimenta chilena. A imprudência gastronômica é estimulada: a porção vem com uma cumbuca para misturar as pimentas. Quem quiser pegar leve pode tentar a chicha, um vinho de maçã.

Fonte: www.folha.uol.com.br